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Ouvir e Ver o Marco da Légua

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O projeto Ouvir e Ver o Marco da Légua está vinculado aos projetos de extensão Arte em Toda Parte: temas transversais como colaboradores sociais e de pesquisa Práticas Musicais do Pará, do Grupo de Pesquisa Música e Identidade na Amazônia – GPMIA1 e Grupo de Estudos Musicais do Pará, todos cadastrados no Laboratório de Etnomusicologia da Universidade Federal do Pará2. O projeto Ouvir e Ver o Marco da Légua está ligado á linha de pesquisa Experimentação Poética3, que tem como objetivo propor experiências artísticas em linguagem interartes, e foi precedido pelos projetos 21 – Experimentação Poética e Eco do Sentido. Apesar de pertencer a um grupo de pesquisas em música, a abertura para a interação entre as linguagens permite a inserção da linguagem fotográfica e/ou visual. A equipe integrante deste subprojeto não é composta por fotógrafos profissionais e sim por moradores do bairro.

O projeto Ouvir e Ver o Marco da Légua teve como objetivos: realizar etnográfica imagético-sonora da 25 de Setembro (atualmente denominada Rômulo Maiorana) do trecho entre o início da Feira da 25 até a Travessa Perebebuí; refletir sobre as afetividades e costumes presentes na relação dos moradores com a rua; fomentar o acesso a mostras artísticas de coletivos de moradores do bairro do Marco; dar visibilidade às questões de preservação das árvores da rua 25 de setembro; ampliar o movimento artístico no bairro do Marco.
A Avenida 25 de Setembro, atualmente denominada Rômulo Maiorana, desperta a atenção pelo seu caráter residencial e pelas trocas constantes entre habitantes, comerciantes e transeuntes. Tais trocas se dão a partir de diversas formas: em serviços, em conversas em frente de casa, em fofocas e, infelizmente, em notícias ruins de assaltos, furtos e insegurança.
As trilhas sombreadas sob as árvores, o bosque ao final da rua, os diversos pontos de venda de comida paraense e tapioquinhas e a feira da 25 constituem aspectos notáveis e vetores potentes de sociabilidade nesta região do bairro do Marco.
A mostra fotográfica “25 viva” pretendeu apresentar aspectos dessa sociabilidade, focalizando os lugares e vetores de trocas e afetos da rua e reflexões sobre a importância da 25 na sociabilidade dos moradores e no bem viver do bairro e da cidade como um todo, uma vez que as árvores oferecem benefícios coletivos a todos os habitantes de Belém.
Foi realizada uma expedição fotográfica e sonora, captando lugares de afeto, sons ambientes das ruas e narrativas das pessoas, numa narrativa imagético-sonora da 25 de setembro.
Pretende-se dar seguimento a outras ações dentro do sub-projeto Ouvir e Ver o Marco do Légua envolvendo experimentos artísticos nas linguagens fotografia, música, contos e poesias.

 

 

https://www.youtube.com/watch?v=kelihOHNiz8

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